domingo, janeiro 12, 2003
Eu recebi um texto ditado por Emmanuel ao Chico Xavier. Meu amigo Abi-Ramia mo enviou. Repliquei para o Herm�nio Miranda e como sempre recebo dele palavras l�cidas sabedoria. Transcrevo o e-mail abaixo. O Herm�nio , que tem 35 livros publicados, � um espiritualista, lan�ou no ano passado dois livros "o estranho caso de Edwinn Droods"e "Os C�taros". O primeiro livro � na ralidade uma tradu��o do �ltimo trabalho de Dickens e ficou incompleto porque a morte o pegou desprevenido. Como pega a todos n�s. Mais tarde um mec�nico de Nova York, semi analfabeto, recebeu o resto do livro mediunicamente. O que causou muita pol^mica. Cr�ticos analisaram a obra e quase por unanimidade resolveram que o estilo era semelhante ao de Dickens. Al�m do mais todos sabiam ser imposs�vel a uma pessoa com a grau de intru��o do mec�nico escrever alguma coisa parecida.
Herm�nio pegou os textos esquecidos e os traduziu. Sobre os C�taros, trabalho de uma longa pesquisa de muitos anos, mortos pela primeira cruzada, a Albigense, eles seriam os hippies do passado talvez, a meu ver, seguiam os ensinamentos que os ess�nios teriam passado para Jesus e este seguido. E defendiam a casa de David ,da qual descendiam os merov�ngios, despossu�dos pelos carol�ngeos e guardavam a arca da alian�a que Hitler tanto procurou nas cercanias de Rennes Sur le Chatau e em Mont Segur e, segundo consta, estava em Veneza (ele n�o conseguiu apropriar-se de nada porque uma enchente desviou o material para outro canto). No momento estou misturando o que li, um document�rio da BBC e o livro do Herm�nio. Eis o e-mail.
Prezada amiga,
o texto de Emmanuel � de grande beleza e sabedoria. Serve para todos n�s que
estamos vivendo num mundo tumultuado, embutidos numa comunidade alienada,
esquecida de suas pr�prias origens e desinteressada do futuro, no qual n�o
acredita.
Em Nova York compr�vamos algumas coisas para pagamento em presta��es ou no
in�cio do m�s seguinte. No guich� a que eu comparecia com certa
regularidade, havia um letreiro debaixo de um vidro que dizia mais ou menos
o seguinte: "Que diferen�a far� isso daqui a 99 anos?". � verdade isso. N�o
nos lembramos mais de muita coisa que nos deixou "arrasados",como perder um
�nibus ou tirar uma nota baixa numa prova de vital import�ncia. Em
compensa��o h� dores que persistem ainda que algo transubstanciadas, se
assim posso dizer. De qualquer modo, dores, decep��es, afli��es e desacertos
s�o recursos de que a lei divina se serve para nos ensinar coisas que
precisamos aprender. Como costumo dizer, essa lei jamais � punitiva; ela �
educativa. Temos de estar preparados para esses momentos mais dif�ceis. Um
abra�o fraterno para todos voc�s. Herminio
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