segunda-feira, junho 20, 2005


para helô , do banana & etc




os caminhos de nossos carinhos




enquanto da minha estadia na rede, neste mundo de blogs, fui presenteada com grandes bons amigos. alguns que nunca vi mas de primeira amei. outros, parceiros de vida sem os quais não teria como dizer de minha biografia , meu talhe, esta feição que trago hoje de sabor gostoso de vida, pessoas que dividiram momentos difíceis e outros de pura felicidade. sem elas esta esther certamente não poderia existir.
heloise, cujo rosto conheço de foto mas que em letras se descreve com perfeição, a do blog banana & etc é, a helô, com ela aprendo delicadezas além de compartilharmos a memória de alguns mesmos lugares e pessoas, sem no entanto nunca nos encontrarmos nestes lugares e entre estas pessoas.

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um arco-íris para heloisa

pois a helô que me emociona há tempos hoje dobrou a dose. sabe o que não se pode agradecer pois qualquer palavra perde a densidade do sentimento, o deixa esvair? pois é. um cartão que recebo dela dentre outros bens e vejo sua letra que oscila entre ser de forma, principalmente nos erres, e no mais caixa baixa, bela, limpa, definida - neste momento gustav holst canta "in the bleak midwinter" - de repente, helô está aqui nesta sala do micro, lembra sue? onde fica minha biblioteca, ela, a sonja que chega na janela do msn e mora em londres e maria alice, de são lourenço, com quem combino algo ao telefone. (ouço "so am I" em gershwin plays gershwin)

e tinha de um tudo para encontrá-la há tempos atrás, há uns 13, 14 anos quem sabe? e de repente a descubro na rede. sem saber quem é ela sem saber quem sou me envia cds, chegaram hoje no início da tarde e publicações literárias. helô intui que me alimento de música. ela passa uma tarde na modern sound, onde costumo me perder quando vou ao rio e me presenteia com sons de mozart, wagner, nino rota, compay segundo, gershwin.

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um monte de bananeiras

deixe explicar a expressão sem saber quem somos: significa desconhecer que conhecíamos algumas pessoas afins, alguns locais que muito nos dizem, mas nunca nos vimos e nem supunhámos quem éramos. sim helô, como diz você é: " difícil expressar o que vai no coração." mas não é que você o disse? e sabe como? intuindo o que gosto. tem relação mais afetiva e antiga do que esta? - e olhe que helô é jovem e eu trago 63 anos vividos- onde amigas se adivinham e intuem como se tivessem morado na vizinhança desde a infância?

com helô ganhei outras amigas, assim como através da sue, a blogueira dos enta conheci o lucas do vírgula e ponto final, um gênio de menino amigo, além de muitos mais . como fiquei com conexão capenga e definitivamente sem sinal na semana passada inteira, e só hoje tateio caminhos, estou em dívida com todos. (swanee, helô).

sem falar na li, gente! do palavras tortas a quem devo todos os templates. e deixe parar por aqui. muitos citaria. um ror!

a sonja? bem a sonja, amanhã postarei uma conversa com ela. mas, por enquanto leiam o que ela escreveu sobre o que vinícius de moraes escreveu sobre amigos. aqui. exato o que todos diríamos.


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